Infelizmente o processo de avaliação ainda está associada a provas e notas, e essa atribuição de notas é que vai fazer com que o aluno passe ou repita o ano. Isso a meu ver já está ultrapassado, mas as escolas insistem em manter esse modelo de avaliação, onde os alunos estudam o suficiente para passar nas provas, e isso anula a apropriação do conhecimento.
Os conteúdos propostos são oferecidos como se fossem os alunos nivelados, ou seja, um aluno hipotético, e as avaliações medem o que o aluno não aprendeu, quando deveria ser ao contrário deveria avaliar o que não foi bem ensinado.
Torna-se difícil propor um novo tipo de avaliação na medida em que o aluno logo adiante vai se deparar com o vestibular, concursos, onde são avaliados por notas. Por sua vez, os pais também estão despreparados para uma nova proposta de avaliação, uma nova proposta passa também por uma conscientização a nível familiar, pois temos a cultura do boletim no final do trimestre, onde vai aparecer o vermelho ou azul, onde os pais saem satisfeitos ou frustrados, como se a inteligência, competência e conhecimento de seus filhos pudessem ser medidos pelas notas apresentadas.
O professor para avaliar deve conhecer seu aluno, a sua evolução, dificuldades e facilidades e isso só vai acontecer se o professor acompanhar o cotidiano do aluno, assim como seu crescimento na construção do conhecimento, para isso as escolas deverão apresentar uma flexibilização nos planejamentos e na forma de avaliação, par que os professores apresentem forma diversificadas de avaliação e de suas práticas pedagógicas.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Projetos de aprendizagem
Ao ler os textos, sobre o “Conhecimento Prévio e sobre a Investigação Científica”, entendi melhor à proposta dos Projetos de aprendizagens, dos últimos semestres e, que inicialmente não estava muito clara para mim. No início que elencamos, aquela série de dúvidas (concepção ingênua?) e formamos nossos grupos. Caímos no erro de querer responder o óbvio, (o que já sabíamos) ou um tema que não nos levaria a nada, ou seja, não iria responder o que nós tiramos como dúvidas e certezas provisórias, ficávamos só confirmando com textos poucos esclarecedores e links de pesquisas que em muitas vezes não levavam a nada.
E, não é uma crítica aos trabalhos desenvolvidos pelos colegas, e sim uma mea-culpa. Lendo agora os textos comecei a questionar: Em muitas das nossas atitudes em sala de aula “matamos” no aluno a necessidade natural de pesquisar, respondendo de pronto o que ele pergunta, sem oferecer a ele a oportunidade de por seus próprios meios dentro do processo de aprendizagem descobrir as respostas, então comecei a observar mais meus alunos em sala de aula, e formulei uma proposta: Como professor, resolvi favorecer meus alunos a pesquisar, desenvolver suas habilidades e suas capacidades de pesquisador.
Talvez essa proposta não vá revolucionar a educação, mas com a tecnologia hoje a disposição vai ajudar e muito no desenvolvimento da aprendizagem.
E, não é uma crítica aos trabalhos desenvolvidos pelos colegas, e sim uma mea-culpa. Lendo agora os textos comecei a questionar: Em muitas das nossas atitudes em sala de aula “matamos” no aluno a necessidade natural de pesquisar, respondendo de pronto o que ele pergunta, sem oferecer a ele a oportunidade de por seus próprios meios dentro do processo de aprendizagem descobrir as respostas, então comecei a observar mais meus alunos em sala de aula, e formulei uma proposta: Como professor, resolvi favorecer meus alunos a pesquisar, desenvolver suas habilidades e suas capacidades de pesquisador.
Talvez essa proposta não vá revolucionar a educação, mas com a tecnologia hoje a disposição vai ajudar e muito no desenvolvimento da aprendizagem.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
ERRO?
Foi amplamente divulgado, o “erro” cometido pela SASHA, a filha da XUXA.
Vejam a frase escrita pela criança : “Sou eu Sasha. Estou aqui filmando e vai ser um ótimo filme. Tenho que ir... Vou fazer uma sena (sic) com a cobra”.
Partindo do princípio de que o erro é um processo de construção, que a criança só erra porque busca o acerto, devemos ter em mente que ele é fator fundamental no processo de aprendizado.
No texto, LEITURA, ESCRITA E ORALIDADE COMO ARTEFATO CULTURAIS de Maria Isabel Dalla Zen e lole Faviero Trindade, que referem:
“A escrita também não é uma modalidade fixa, não é sempre formal/ sofisticada/planejada, assim como a fala não é, em todas as situações de comunicação, informal/coloquial e sem planejamento (Kleiman, 1995). Em nossa cultura académica, uma conferência, por exemplo, suscita planeja¬mento no que se refere ao assunto e aos recursos expressivos a serem mobilizados durante a exposição do tema. Já um bilhete ou um telefonema para uma pessoa mais íntima não supõe esse grau de planejamento”.
O erro, deve ser visto como forma de aprendizagem, devendo ser tratado como acontecimento, não como erro. A forma que foi tratado o assunto ficou claro o preconceito. Houve um julgamento e uma exposição pública da criança, e convenhamos que o erro é um assunto muito discutido e pouco resolvido, pois cada um julga de um modo diferente.
Para quem se alfabetizou em inglês, essa menina até está escrevendo muito bem o português. Perdoe Sasha, “eles” estão te educando da forma errada.
Vejam a frase escrita pela criança : “Sou eu Sasha. Estou aqui filmando e vai ser um ótimo filme. Tenho que ir... Vou fazer uma sena (sic) com a cobra”.
Partindo do princípio de que o erro é um processo de construção, que a criança só erra porque busca o acerto, devemos ter em mente que ele é fator fundamental no processo de aprendizado.
No texto, LEITURA, ESCRITA E ORALIDADE COMO ARTEFATO CULTURAIS de Maria Isabel Dalla Zen e lole Faviero Trindade, que referem:
“A escrita também não é uma modalidade fixa, não é sempre formal/ sofisticada/planejada, assim como a fala não é, em todas as situações de comunicação, informal/coloquial e sem planejamento (Kleiman, 1995). Em nossa cultura académica, uma conferência, por exemplo, suscita planeja¬mento no que se refere ao assunto e aos recursos expressivos a serem mobilizados durante a exposição do tema. Já um bilhete ou um telefonema para uma pessoa mais íntima não supõe esse grau de planejamento”.
O erro, deve ser visto como forma de aprendizagem, devendo ser tratado como acontecimento, não como erro. A forma que foi tratado o assunto ficou claro o preconceito. Houve um julgamento e uma exposição pública da criança, e convenhamos que o erro é um assunto muito discutido e pouco resolvido, pois cada um julga de um modo diferente.
Para quem se alfabetizou em inglês, essa menina até está escrevendo muito bem o português. Perdoe Sasha, “eles” estão te educando da forma errada.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
Paulo Freire (Educação,1994), relata que “o educador precisa partir do seu conhecimento de vida e do conhecimento de vida do educando, caso contrário, o educador falha”.
Nunca trabalhei com Educação de Jovens e Adultos, tenho expectativa, com relação à disciplina nesse semestre. O jovem e o adulto trazem consigo experiência e conhecimento que a vida lhes ensina, e que às vezes passam despercebidos, inclusive para eles. Cabe ao professor usar recursos que possa aproveitar seu cotidiano, para que a teoria se una a história de vida de cada um. Uma barreira que deve ser derrubada é à timidez e vergonha de começar tarde, e isso passa pela valorização dos seus saberes.
Penso que outro grande problema que o EJA enfrenta é a evasão escolar, muitos desistem, a escola deve criar mecanismos para atrair, mas principalmente para manter, garantindo que não haja tanto abandono .
Talvez a questão seja a falta de formação dos professores que hoje trabalham com o EJA, tem também a questão de materiais inadequados à idade dos alunos, não há investimentos suficientes nesta área, às escolas tratam o EJA como um apêndice do ensino regular, os horários não respeitam os que trabalham e estudam, o processo avaliativo deixa a desejar. Por tudo isso é que tenho grandes expectativas, nas bibliografias lidas, ou na teoria explicitada até agora está tudo muito adequado...
Nunca trabalhei com Educação de Jovens e Adultos, tenho expectativa, com relação à disciplina nesse semestre. O jovem e o adulto trazem consigo experiência e conhecimento que a vida lhes ensina, e que às vezes passam despercebidos, inclusive para eles. Cabe ao professor usar recursos que possa aproveitar seu cotidiano, para que a teoria se una a história de vida de cada um. Uma barreira que deve ser derrubada é à timidez e vergonha de começar tarde, e isso passa pela valorização dos seus saberes.
Penso que outro grande problema que o EJA enfrenta é a evasão escolar, muitos desistem, a escola deve criar mecanismos para atrair, mas principalmente para manter, garantindo que não haja tanto abandono .
Talvez a questão seja a falta de formação dos professores que hoje trabalham com o EJA, tem também a questão de materiais inadequados à idade dos alunos, não há investimentos suficientes nesta área, às escolas tratam o EJA como um apêndice do ensino regular, os horários não respeitam os que trabalham e estudam, o processo avaliativo deixa a desejar. Por tudo isso é que tenho grandes expectativas, nas bibliografias lidas, ou na teoria explicitada até agora está tudo muito adequado...
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
CUIDADO COM SEU LIXO (ELE REVELA MUITO DE VOCÊ).
Na aula presencial do Seminário Integrador, foi nos passado uma tarefa que a princípio parecia simples: em uma sacola de lixo, tentar através de indícios encontrados traçar o perfil da pessoa que o jogou fora. Simples? Nada disso. O lixo é um indicador do estilo de vida de uma pessoa, condição financeira, costumes, hábitos, e pasmem se nos aprofundarmos na análise pode revelar nossa “personalidade”. Fico pensando: dependendo do lixo, e como você o descarta, sua vida é um livro aberto, embaladas por uma sacolinha de supermercado.
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