sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Como deve se comportar o professor em período eleitoral?

Como deve se comportar o professor em período eleitoral?

Pode o professor falar para seus alunos ou impor candidatos, em sala de aula?
Pode professor, manifestar-se politicamente, analisar o momento político, revelar tendências de candidatos. Como pode proceder o professor em época de eleições?
O professor é um cidadão, e como tal participa da política. Seus alunos com certeza, dependendo do tipo de relacionamento podem vir a questionar e ser pedido que ele expresse sua opinião sobre o quadro político.
Partindo do princípio que o professor deve levar seus alunos a pensar criticamente o mundo em que vivemos, achamos que o professor pode armar um debate em sala de aula, mas um debate de idéias. Pois a sala de aula não é lugar de pregação política.
O professor pode e deve fazer política, mas em seu sindicato ou de um partido político, devendo se eximir de fazer política –partidária em sala de aula, pois não estará agindo com isenção, pois se é respeitado pelo seu saber, estará impondo aos seus alunos as suas idéias. O professor deve agir como profissional, assim não estará enterrando de vez aquilo que temos de mais caro: A ética.

NUNCA É TARDE PARA APRENDER MÚSICA.


As pessoas se perguntam: Será que é tarde para que eu possa aprender música?
O lógico seria que se comesse o aprendizado quando criança, o processo de aprendizagem é mais fácil, mas se conhece os que começaram a prender música já adulta, e tocam instrumentos fazem suas músicas por aí. Ocorre que quando somos adultos, queremos resultados rápidos, e na música não existe isso, precisa dedicação e paciência.
Hoje existem grupos de terceira idade (ou melhor, idade) que se dedicam ao aprendizado de música, aprender a tocar um instrumento ou até mesmo cantar, e para alguns isso é um sonho.
O estudo da música é complexo, e depende de técnica para executar cada instrumento, porém quando se aprende um, parece que um universo se abre aos nossos olhos, e nada parece difícil. O que me parece ser mais difícil (mas não impossível) é o canto, pois depende de uma série de fatores, que passam pelo próprio timbre de voz que cada um de nós traz na nossa formação biológica, mas conseguimos aprender alguns recursos, tais como técnica vocal, respirar adequadamente, falar melhor e até mesmo melhor dicção. Nunca é tarde basta querermos.





terça-feira, 16 de setembro de 2008

Podemos considerar aprender música um dom?

Podemos considerar aprender música um dom?

É comum ouvirmos este comentário de pessoas que dizem não ter o dom para música. Isso é uma cultura que já está arraigada nas pessoas. Todo mundo admite adorar música, adorar certos instrumentos, mas, se considera incapaz de aprender em razão de “não ter dom”.
Tenho como músico algumas experiências que levam a crer que toda a pessoa é capaz de aprender e fazer música. Então todos têm o dom.
Claro que devemos levar em consideração alguns pontos essenciais, tais como, à vontade, a dedicação, como em qualquer outro aprendizado.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

AINDA FALANDO DE MÚSICA

A música sempre teve um efeito grande sobre mim. Sempre que escutava uma música, meus pensamentos iam além, gerando ilustrações, sentimentos dependendo do som, da letra, do ambiente em que era escutada. A música para mim tem a capacidade de causar as mais diversas emoções, tanto que fui ser músico na minha adolescência, tinha uma paixão especial pelo violão como não podia comprar um aprendia com um amigo meu que tinha um violão velho, aprendemos juntos, juntamos mais alguns amigos e formamos um conjunto, o INTELECTUS, Neste tempo a aparelhagem de som era muito cara, tudo era muito difícil, os instrumentos nacionais eram de péssima qualidade e os importados inacessíveis para nós. Lembro que no primeiro baile que tocamos, levamos toda a aparelhagem dentro de uma Kombi, mais todos os músicos, além das namoradas, quando parei de tocar em conjuntos já carregávamos em uma jamanta os equipamentos mais um ônibus para carregar os músicos. Quase vinte anos da minha vida fui músico profissional, tocando em diversos conjuntos. Por isso falar de música para mim é fácil, ela influenciou toda minha vida. Essa inclusão da música no currículo, infelizmente chegou um pouco tarde, em países como Uruguai, Argentina já existe a décadas no currículo escolar, digo infelizmente, porque nossas crianças, nossos adolescentes na sua maioria não precisariam estar contaminados com as porcarias que tocam por aí. O ensino da música tem que ser levado a sério. Acho de suma importância que os professores aprendam um instrumento musical, se qualifiquem para essa nova proposta, além de ser prazeroso para nossa vida, será uma ferramenta muito útil em sala de aula.Antonio.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

POR QUE A EDUCAÇÃO NÃO DÁ VOTO

Interessante uma reportagem que saiu na Revista Época www.epoca.com.br,
na página 43, POR QUE A EDUCAÇÃO NÃO DÁ VOTO? Parece-nos que o estudo feito pela Universidade de Harvard sobre educação e voto, deva ser séria. Mas vejamos. O artigo das jornalistas Isabel Clemente e Mariana Sanches, começa com uma afirmação: “Uma das verdades mais incômodas da política brasileira...” e assim se desenvolve dizendo que o eleitor atribui muito pouca importância às propostas de educação etc...
Convenhamos que o momento para a bordar o assunto é um pouco suspeito, vivemos em um período eleitoral, em que vários prefeitos que tiveram a preocupação em investir em educação estão em processo de reeleição. Então a quem interessa a discussão deste assunto neste momento? Somente para aqueles que não tiveram e não terão se eleitos, a preocupação com educação.A cultura dos nossos políticos brasileiros é se perpetuar no poder, serem políticos profissionais, então para eles o voto é a coisa mais importante, vão continuar dando bolsa disso, vale daquilo, cestas básicas, e fazerem de conta que estão preocupados com as crianças nas escolas. O artigo ainda pergunta: Dá para mudar essa realidade? E aponta uma série de medidas que o cidadão deve tomar para tornar a educação uma prioridade para os políticos, e uma que me chamou a tenção foi a que diz “ confira: o desempenho do município em exames como Ideb e das escolas municipais na prova Brasill. Simples né?
Achamos que a questão é mais complexa. por que continua ainda a possibilidade de reeleição?Por que os políticos tornam-se profissionais? Por que cargos de vereadores, deputados ainda são remunerados. Enquanto continuarmos assim, os políticos vão continuar investindo no que dá voto, e com certeza, educação não é uma delas.